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27 março 2014

Bancando a tapeceira

Eu poderia dar mil desculpas por ter ficado tanto tempo sem postar. Posso culpar a correria das festas de  fim de ano, as encomendas de Natal, os cuidados com o Arthur, os preparativos da festa de aniversario dele, os pedidos grandes que entraram em janeiro, a reforma que fizemos em casa. Mas a real é que diante de todas essas tarefas, não priorizei o blog. Não consegui sentar para escrever. Minhas sinceras desculpas a quem entrou aqui varias vezes e não viu nada de diferente.

Enfim, em meio a correria, fiz uma peraltice aqui em casa com duas poltronas da sala. Elas já estavam com o estofamento bem gasto. Soltavam  pedaços do tecido quando sentava nelas.
Tambem não é por menos. Como praticamente 80% dos móveis aqui de casa,  as duas já possuiam uma historia de vida antes de vir pra cá. Compramos de um casal que foi morar fora do Brasil há quase quatro anos, e as repassou por um preço camarada.

Com a grana curta para mandar reformar, à principio pensei em fazer uma capa. Mas quando vi que conseguia costurar e pregar o tecido na madeira, resolvi me arriscar e fazer o trabalho completo.
Escolhi o tecido com base em dois quesitos: resistência e facilidade de limpeza. Com uma criança e dois cachorros são qualidades super importantes! Pesquisando na net descobri o Aquablock, da Karsten. Há um catálogo enorme cheio de opções de cores e estampas no site da marca. Encontrá-lo também foi fácil. Nas imediações da 25 de março, descendo a ladeira porto geral, primeira direita e próxima esquerda, você encontra algumas lojas de tecidos para decoração, acessórios de cortina, estofados e tapetes.

Quando desmontei a primeira poltrona percebi que uma espuma fina, de 1cm, era colada e costurada ao tecido. A busca pela espuma me fez conhecer mais uma região segmentada de São Paulo. Na Av. Rangel Pestana e redondezas você encontra diversos tipos de espumas. De estofamento a isolamento acústico.  Além de inúmeras opções de tecidos, inclusive couro, e placas de E.V.A. Fica razoavelmente perto da região da 25 de março e é paralela a Rua do Gasômetro,  conhecida por ter inúmeras lojas voltadas á marcenaria.


Usei cola de contato (ou cola de sapateiro) para unir tecido e espumas e muita força para esticar e grampear o tecido na madeira. Paguei R$ 25 no grampeador em uma loja da Rua Florêncio de Abreu, paralela à 25 de março. O resultado final foi esse. 


As poltronas não ficaram com a mesma qualidade e acabamento do que se fossem feitas por um tapeceiro profissional, mas boas o suficiente para acolher e decorar a sala. 


Veja também:

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